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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Já se passou um mês e... NADA!

A exatos um mês, o Agente de Segurança Penitenciário Wesley Fabrício Ribeiro foi assassinado no translado de casa para o serviço e até ontem não se teve indícios de quem é o autor do fato. É com imenso pesar que se fala sobre esse assunto, pois, esse crime foi um atentado contra a ordem consolidada do Estado Democrático de Direito. Não bastasse essa fatalidade, tem-se um colocação um tanto infeliz e muito idiota do " Jurista" Celso Bandeira de Mello  de que: a única diferença entre o bandido e o policial e que o policial tem a carteira de servidor público. No Brasil, a inversão de valores é nítida, ainda mais quando se trata em detrimento do bandido para como o servidor da segurança pública. o "eminente jurista" fez um discurso inflamado a respeito do caos na educação do Paraná, todavia, ataca com veemência a segurança pública; ora ilustríssimo "Jurista" pede-se ao senhor que saia da sua zona de conforto, venha conhecer a realidade da segurança púbica, e não mensure suas ideias embasado, tão somente, em seus papéis timbrados e sua sala com ar condicionado. Agora, peço vênia, não obstante esteja trabalhando em cima de nenhum sofismo, e saio da impessoalidade das primeiras linhas por eu digitadas e deixo uma singela opinião: caro Celso Bandeira de Mello, EU nunca torturei ninguém, pelo contrário, há um mês carreguei o caixão de um colega meu de farda brutalmente assassinado por esses elementos que vossa excelência diz que só se difere  de nós por causa de nossa carteira funcional. O grande problema de alguns "intelectuais" do Brasil ancorasse no fato de não terem consciência histórica. Entende-se que eles foram fruto da ditadura, contudo, não se pode julgar os pressupostos do passado alocando os no presente, visto que, a sociedade passa por transformações, por conseguinte, as conjecturas políticas são outras, o nome dessa prática é anacronismo. Por fim, ressalta-se que o Deputado Federal Major Olímpio protocolou um ofício pedindo explicações a respeito do ocorrido e nós, profissionais da segurança, apoiaremos. Ressalta-se também que pedimos apoio aos Órgãos de proteção aos Diretos Humanos, no que tange ao assassinato de nosso colega, e um respondeu que não tinha competência para isso, mas indicou a instituição de provavelmente nos daria amparo, no entanto, não obtivemos reposta desta também. Portanto, seria correto dizer: " diretos humanos para quem é humano? ou diretos humanos para os manos?!                   
Há exato um mês nosso caveira teve a vida ceifada e até agora nada!

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